<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4248647195617986647</id><updated>2011-07-07T19:16:46.303-03:00</updated><category term='Massa e Schumacher'/><category term='ETE'/><category term='C'/><title type='text'>Ricardo Henrique</title><subtitle type='html'>O que vier à mente numa sexta-feira.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://248f1.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4248647195617986647/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://248f1.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Ricardo Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17472589826516065078</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_p7NDLR6fMHw/S5GpRwz9C9I/AAAAAAAAABY/Kp8ZhGg_Ocs/S220/Imagem340.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>15</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4248647195617986647.post-2886604764065847264</id><published>2011-05-13T21:29:00.002-03:00</published><updated>2011-05-13T21:34:27.204-03:00</updated><title type='text'>Linhas vazias</title><content type='html'>&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; font-weight: normal"&gt; &lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Durante essas semanas de férias muitas coisas têm passado pela minha cabeça, mas nada digno de um texto, para ser bem sincero. Entre os temas, temos minha pequena decepção pelo ocorrido na SP Indy 300, com os portões abertos na segunda-feira, meus comentários sobre os filmes [bons, em sua maioria] que assisti nesse período e uma pequena discussão sobre o valor da esperança, motivada por comentários de um amigo em uma rede social. Como parece bastante óbvio, este último pensamento parece ser o mais frutífero para estas linhas vazias que escrevo nesta sexta-feira treze.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; font-weight: normal"&gt; &lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Me pergunto se é normal ficar pensativo ao ler que a esperança é algo ruim, que nos engana com a promessa de resultados que nunca alcançaremos. Primeiro, é bem diferente daquilo que normalmente encontramos – normalmente gosto de opiniões contrárias ao senso comum; depois, me lembra os argumentos que apresentei no post &lt;a href="http://248f1.blogspot.com/2010/03/porque-nao-leio-mais-serie-crepusculo.html"&gt;“Porque não leio mais a série Crepúsculo”&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; font-weight: normal"&gt; &lt;span class="Apple-style-span"  &gt; Como citei naquela ocasião, perece-me claro que sempre buscamos um objetivo. Há muitas formas metafóricas de dizer isso e tenho certa apreciação pelas mais românticas; então, por que eu deveria aceitar uma inscrição que diz que nunca serei bom o bastante para a pessoa que gosto? Ainda que isso seja verdade, o simples fato de acreditar que um dia poderá dar certo pode fazer com que eu levante com melhor humor numa segunda-feira fria pela simples esperança de vê-la antes da aula; ainda que ela nunca fale comigo, o esforço pode me levar a conhecer outras e fantásticas pessoas; ainda que isso também não dê certo, haverá alguma outra coisa para acreditar, buscar e viver por.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; font-weight: normal"&gt; &lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Alguns amigos que leram meus textos disseram que sou meio dramático; pois bem, podemos mudar o ponto de vista: como questionar o valor de algo que motiva um doente que sofre de uma enfermidade incurável a continuar sorrindo? Como sempre digo, não é a existência de problemas maiores que extingue o meu problema (egoísta, mas inegável), mas o exemplo extremo que acabei de citar serve para ilustrar que a possibilidade de atingirmos situações melhores, ainda que impossíveis, é intrínseco àquilo que somos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; font-weight: normal"&gt; &lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Sendo assim, por que devo ler e concordar com textos e frases tão deterministas como a que motivou este texto? Ou mesmo, a série de livros citada no post de 2010?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; font-weight: normal"&gt; &lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Me aproximo da conclusão de que aceitar conclusões deterministas como a que motivou este texto é simplesmente contrário à natureza humana. Sempre vivemos buscando algo e esta sentença é verdadeira desde seu sentido biológico até os mais intensos sentimentos que buscamos. Por fim, indico um vídeo que vi no Twitter da Pri e me deixou sem palavras... pode parecer meio inadequado, mas veio à minha mente enquanto escrevia esse texto.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm; font-weight: normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="text-align: center;margin-bottom: 0cm; font-weight: normal; "&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=lmq321zjkvs&amp;amp;feature=player_embedded"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;http://www.youtube.com/watch?v=lmq321zjkvs&amp;amp;feature=player_embedded&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="text-align: justify;margin-bottom: 0cm; font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="text-align: justify;margin-bottom: 0cm; font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;[Keep believing...]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4248647195617986647-2886604764065847264?l=248f1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://248f1.blogspot.com/feeds/2886604764065847264/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://248f1.blogspot.com/2011/05/linhas-vazias.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4248647195617986647/posts/default/2886604764065847264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4248647195617986647/posts/default/2886604764065847264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://248f1.blogspot.com/2011/05/linhas-vazias.html' title='Linhas vazias'/><author><name>Ricardo Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17472589826516065078</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_p7NDLR6fMHw/S5GpRwz9C9I/AAAAAAAAABY/Kp8ZhGg_Ocs/S220/Imagem340.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4248647195617986647.post-2659692615195392688</id><published>2011-04-22T14:44:00.002-03:00</published><updated>2011-04-22T14:48:59.883-03:00</updated><title type='text'>[F1] Voltando para casa</title><content type='html'>&lt;p class="western" align="CENTER" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span  &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Aproveito minha relativa falta de inspiração para escrever sobre algo mais interessante para comentar as três primeiras etapas da Fórmula Um em 2011. O momento parece adequado, afinal, a volta para a Europa pode ser um divisor de águas na temporada – embora esta expectativa raramente se confirme. O melhor carro do ano tende a se manter como melhor, conforme se viu em 2009 e 2010 (depois da radical e falha mudança no regulamento para aumentar a competitividade).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span  &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Depois dos dois anos citados, Vettel aparenta ser agora um piloto muito mais centrado. Tendo um carro que parece ser o melhor do ano – certo eufemismo no “parece”, porém justificado pelo estranho e inconstante desempenho de Webber –, o campeão mais jovem da história tem tudo para conquistar seu segundo título. Ainda que o desenvolvimento da McLaren supere o da Red Bull Racing, o GP da China mostrou que o alemão quer marcar a maior quantidade de pontos possível, sem cometer besteiras que poderiam jogar o campeonato fora – algo como a atitude de Hamilton ao defender a liderança, sem pneus e sem precisar da vitória no mesmo circuito chinês em 2007.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span  &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Algumas boas surpresas foram vistas nessas primeiras etapas. Primeiro, o baixo rendimento da Ferrari, uma justa compensação pela vergonha praticada em 2010; depois, o sucesso nas mudanças do regulamento para esse ano, tornando (enfim) as corridas mais emocionantes para o grande público. Uso esta referência porque sempre considerei as disputas por décimos de segundo, decididas nas paradas nos boxes, muito emocionantes, ainda que isto não seja uma convenção. A melhor parte nisso tudo talvez seja a não banalização das ultrapassagens, como alguns pilotos temiam.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span  &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Para o resto do campeonato espero uma disputa acirrada no bloco intermediário; na frente, acho que Vettel se mostrará muito competente na tarefa de administrar a vantagem – como Button fez em 2009, embora a do alemão seja significativamente menor. Massa parece que finalmente consegue acompanhar Alonso, embora conclusões apenas possam ser tiradas quando a Ferrari andar na frente. Como o narrador Galvão Bueno diz, “andar forte do meio do grid para trás é fácil”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span  &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Bom, isso encerra esse curto post neste feriado. Nada brilhante, eu sei... sugiro que leiam o post anterior, “Pequena felicidade”, o qual não divulguei ao publicar, mas explica bem o momento que vivo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span  &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Bom feriado e até uma outra sexta-feira.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4248647195617986647-2659692615195392688?l=248f1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://248f1.blogspot.com/feeds/2659692615195392688/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://248f1.blogspot.com/2011/04/f1-voltando-para-casa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4248647195617986647/posts/default/2659692615195392688'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4248647195617986647/posts/default/2659692615195392688'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://248f1.blogspot.com/2011/04/f1-voltando-para-casa.html' title='[F1] Voltando para casa'/><author><name>Ricardo Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17472589826516065078</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_p7NDLR6fMHw/S5GpRwz9C9I/AAAAAAAAABY/Kp8ZhGg_Ocs/S220/Imagem340.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4248647195617986647.post-2672863548244574534</id><published>2011-04-08T20:08:00.001-03:00</published><updated>2011-04-08T20:10:40.355-03:00</updated><title type='text'>Pequena felicidade</title><content type='html'>&lt;p class="western" align="CENTER" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Sexta-feira. Um ótimo dia, afinal, ele teria apenas uma hora de aula pela manhã e depois iria comprar o ingresso para um espetáculo muito interessante. A aula não fora exatamente muito interessante, ele odiava Química, mas sabia que seu dia melhoraria depois daqueles 60min.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Na saída, ele se encaminhou até o local onde pegaria o transporte para a estação de trem. Foi quando a viu. Não era a primeira vez que a via, mas era diferente... ela parecia ainda mais encantadora. Falar com ela não era uma opção, considerando-se sua baixa autoestima e pouca criatividade, então sentou-se longe no transporte.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Chegou a estação de trem encantado, mas decidido a não falar. Subitamente, ocorreu-lhe uma dúvida sobre o percurso, nada grande, mas um detalhe minimamente importante. A dúvida nunca lhe pareceu tão perfeita, porque conscientemente ele precisava saná-la, mas inconscientemente tinha um motivo neutro para falar com ela. Tinha conseguido explicar para sua mente pessimista e detalhista porque, mesmo sendo como era, devia falar com aquela linda pessoa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;A decisão, no entanto, pareceu-lhe tardia quando viu o trem se aproximando. Mas era uma pergunta rápida, então resolveu fazê-la mesmo que a composição estivesse a menos de 30s da plataforma. Com uma apreciável dose de medo e incerteza, se aproximou e fez a pergunta sobre o percurso. Ela respondeu sem certeza, mas a resposta era apenas um detalhe. Aqueles poucos segundos de conversa já teriam lhe rendido o dia, mas, surpreendente e maravilhosamente, eles conversaram durante o percurso de três estações, até que ele teve que descer.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Ao final do dia, o humor dele estava ótimo e permaneceu assim durante o final de semana. Na segunda, ele teve esperanças de vê-la novamente, mas não aconteceu. Na terça, já não tinha tanta fé. De qualquer forma, chegara mais cedo para evitar o trânsito pesado e ler um pouco no silêncio da sala de estudos vazia. Ao sair, ainda com tempo, resolveu ir ao décimo andar esperar o horário de início da aula, aproveitando para ler mais um pouco. Ouviu alguns professores comentando a situação no Japão, pois o incidente nuclear ainda estava ocorrendo na época.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Dado o horário da aula, ele se encaminhou aos elevadores. Precisava descer sete andares e, normalmente, faria isso de escada, mas naquele dia estava meio preguiçoso. Uma breve espera pelo equipamento e uma grande torcida para que aquele fosse um “expresso para o terceiro andar”. Mas não foi... houve uma parada no sétimo; de fato, aquele não era um dia nada espetacular. E outra parada no quinto... só faltava encher pra ficar “perfeito”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;As portas se abriram e, como um truque da casualidade, um show do incontrolável, ela esperava pelo elevador no quinto andar. Ao vê-la, algo que esperava desde que disse “tchau” na sexta, ele não soube o que fazer... e tudo o que fez foi quase que sussurrar um “oi”. Ela respondeu e perguntou como ele estava, e ter respondido apenas “normal” o mataria de culpa quando ele lembrasse disso 30min depois.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt; &lt;/span&gt;Mas acontecera, sem nenhuma expectativa... por um breve momento, uma pequena felicidade. Não voltou a vê-la naquela semana.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4248647195617986647-2672863548244574534?l=248f1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://248f1.blogspot.com/feeds/2672863548244574534/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://248f1.blogspot.com/2011/04/pequena-felicidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4248647195617986647/posts/default/2672863548244574534'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4248647195617986647/posts/default/2672863548244574534'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://248f1.blogspot.com/2011/04/pequena-felicidade.html' title='Pequena felicidade'/><author><name>Ricardo Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17472589826516065078</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_p7NDLR6fMHw/S5GpRwz9C9I/AAAAAAAAABY/Kp8ZhGg_Ocs/S220/Imagem340.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4248647195617986647.post-6355816722488334493</id><published>2011-03-25T18:19:00.002-03:00</published><updated>2011-03-25T18:34:48.296-03:00</updated><title type='text'>Um flerte com um hobby</title><content type='html'>&lt;p class="western" align="CENTER" style="text-align: justify;margin-bottom: 0cm; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt; &lt;/span&gt;Hoje resolvi postar algumas indicações de representantes de uma área que sempre me interessou, como fã, a publicidade. É impressionante a qualidade dos filmes de 30 ou 45s feitos pelas agências, que muitas vezes vão muito além da divulgação do produto, tornando-se verdadeiros mitos. Outras indicações não são tão consagradas, mas me agradaram bastante. Espero que gostem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;ol&gt;  &lt;li&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Seda  loiros radiantes&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;A Unilever normalmente traz filmes muito bons, muitos certamente melhores do que esta indicação, mas sempre me pareceu demasiado bonitinho – e difícil de achar – para não incluir na lista. Um romance em 30s:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="CENTER" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=dN2SoJs0zTw"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=dN2SoJs0zTw&lt;/a&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="CENTER" style="text-align: justify;margin-bottom: 0cm; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;ol start="2"&gt;  &lt;li&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Folha  de S. Paulo – Hitler&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Como diz o comentário que antecede o vídeo, é um dos 100 melhores anúncios publicitários já feitos. Inteligente e instigante, uma obra-prima da publicidade nacional:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="CENTER" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=usm5xhPdqlg"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=usm5xhPdqlg&lt;/a&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="CENTER" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;ol start="3"&gt;  &lt;li&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Época  – A semana&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Como você vê a semana? Este filme vai além do tempo normal para um comercial e muito além das expectativas; não o tinha assistindo antes de começar a montar esta lista, mas o título de melhor comercial de 2007 me chamou a atenção – felizmente. Espero que compartilhem minha opinião:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="CENTER" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=DzEQteFCcQM&amp;amp;feature=related"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=DzEQteFCcQM&amp;amp;feature=related&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="CENTER" style="text-align: justify;margin-bottom: 0cm; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;ol start="4"&gt;  &lt;li&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Johnnie  Walker&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Não poderia faltar na lista um, ou melhor, dois filmes que fazem parte do meu hd. Pode parecer estranho um anunciante ter dois filmes em uma lista do dez mais, mas essa marca tem, no mínimo, cinco produções marcantes.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt; Como incrível inteligência, beleza e elegância, são um algo a mais, um momento de inspiração nos comerciais das madrugadas. Foi difícil escolher apenas dois e espero ter feito justiça à essas grandes pequenas produções:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="CENTER" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=D57NTsAfhCY"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=D57NTsAfhCY&lt;/a&gt; – Imortalidade&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="CENTER" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=ORy-scrGk0Y"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=ORy-scrGk0Y&lt;/a&gt; – Até onde um passo pode te levar?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="CENTER" style="text-align: justify;margin-bottom: 0cm; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;ol start="5"&gt;  &lt;li&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Greenpeace&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Na linha de campanhas com frases marcantes e inteligentes, selecionei esse filme do Greenpeace, que relaciona o famoso desejo de mudar o mundo às catástrofes geradas pelo alto índice de emissão de gases poluentes. Nota para a trilha sonora, que também é muito boa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="CENTER" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=Ke6aBV4kbNU"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=Ke6aBV4kbNU&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="CENTER" style="text-align: justify;margin-bottom: 0cm; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;ol start="6"&gt;  &lt;li&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;G1&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;O poder da informação é realçado neste belo comercial de lançamento do portal de notícias da Globo. Entretanto, esta não é a minha campanha favorita do G1: uma outra que não consegui encontrar mostrava imagens que simbolizaram o mau em épocas passadas e hoje não mais o fazem.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;O exemplo mais marcante que me lembro mostrava uma bandeira pirata, com seu fundo preto ostentando a caveira branca. Este símbolo levou terror aos marés séculos atrás, mas hoje, na cidade do Rio de Janeiro, é o slogan do Batalhão de Operações Especiais da polícia carioca.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;De qualquer forma, este vídeo também “dá um caldo”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="CENTER" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=PGGvZRCEbyo"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=PGGvZRCEbyo&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="CENTER" style="text-align: justify;margin-bottom: 0cm; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;ol start="7"&gt;  &lt;li&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Futura&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;O conhecimento sempre é mais atraente e irresistível nos comerciais do canal Futura. Assim como acontece nas campanhas da Johnnie Walker, é difícil escolher o melhor filme para colocar aqui. Em contraste com o último anúncio que vi na TV, sobre questionamentos contemporâneos, resolvi indicar este vídeo que traz uma reflexão mais histórica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="CENTER" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=Ot0lEs4S98Y&amp;amp;feature=related"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=Ot0lEs4S98Y&amp;amp;feature=related&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="CENTER" style="text-align: justify;margin-bottom: 0cm; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;ol start="8"&gt;  &lt;li&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;ABAP&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Pensei em indicar como penúltimo vídeo uma campanha da Visa de 2004, que recebeu o nome de “Porque a vida é agora”. Mas, pensando bem, nunca gostei muito dessas mensagem do tipo “carpe diem”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Então considerei adequado, numa postagem em homenagem a grandes momentos da publicidade, incluir aqui a homenagem da publicidade a ela mesma.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="CENTER" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=Eyr_m2U6tbY"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=Eyr_m2U6tbY&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" align="CENTER" style="text-align: justify;margin-bottom: 0cm; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;ol start="9"&gt;  &lt;li&gt;&lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Coca-Cola  125 anos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Por um longo tempo fiquei pensando qual seria o décimo e último vídeo que colocaria nessa lista. Pensei em outra campanha da Unilever, alguma outra de companhia de informação, mas as opções eram sempre para completar a lista, nunca de um vídeo sensacional.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;A procura terminou ontem, quando liguei a TV e vi esta belíssima campanha dos 125 da Coca-Cola. Parece-me muito boa a ideia de terminar esta lista com uma mensagem otimista, veiculada num comercial tocante (e ao som de Whatever, da banda Oasis).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="CENTER" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=Hp7JSotYgYQ"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=Hp7JSotYgYQ&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="CENTER" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="CENTER" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt; Sessão democrática&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Enquanto montava esta postagem pedi opiniões a alguns amigos sobre campanhas que eles achava interessantes. Como a pesquisa foi curta, posso colocar aqui os resultados mais frutíferos, tornando a lista mais democrática.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Para Rodrigo Thiago Passos Silva, um grande filme foi o da campanha governamental “O melhor do Brasil é o brasileiro”. Espero ter escolhido o vídeo certo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="CENTER" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=mX91n8fpigQ"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=mX91n8fpigQ&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Para Paula Heleno, o anúncio de Sustagem Kids foi marcante.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="CENTER" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=y09YztpVEpY"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=y09YztpVEpY&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="CENTER" style="text-align: justify;margin-bottom: 0cm; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY" style="margin-bottom: 0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt; &lt;/span&gt;Fiquem à vontade para dizer, nos comentários, se concordam ou não minha seleção de qual vídeo mais gostaram. Abraços e até uma outra sexta-feira.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4248647195617986647-6355816722488334493?l=248f1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://248f1.blogspot.com/feeds/6355816722488334493/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://248f1.blogspot.com/2011/03/um-flerte-com-um-hobby.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4248647195617986647/posts/default/6355816722488334493'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4248647195617986647/posts/default/6355816722488334493'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://248f1.blogspot.com/2011/03/um-flerte-com-um-hobby.html' title='Um flerte com um hobby'/><author><name>Ricardo Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17472589826516065078</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_p7NDLR6fMHw/S5GpRwz9C9I/AAAAAAAAABY/Kp8ZhGg_Ocs/S220/Imagem340.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4248647195617986647.post-4869420992757686425</id><published>2011-03-11T18:50:00.002-03:00</published><updated>2011-03-11T19:32:51.818-03:00</updated><title type='text'>De volta à atividade</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Agora que o ano começou tentarei novamente cumprir meu peculiar e nada original cronograma de postagens - e duvido que venha a ser bem sucedido nessa tentativa. Em um dado momento escrevi o texto que iniciaria minhas atividades aqui em 2011, mas submetendo-o a uma análise baseada no bom senso conclui que ele era, digamos, "inadequado".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Então, inspirado pelos enredos que venceram as disputas carnavalescas em São Paulo e no Rio de Janeiro (entenda-se que a inspiração veio do nome, uma vez que nunca ouvi as músicas vencedoras) resolvi escrever sobre minhas observações a respeito do desfecho do campeonato de Formula 1 de 2010. Nessa semana no sambódromo de São Paulo gritou-se "A música venceu!"; em Abu Dhabi, em 14 de Novembro de 2010, poderia ter-se gritado the sport had won - embora não seja uma completa verdade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Desde que comecei a assistir as corridas de Formula 1, no Grande Prêmio do Brasil de 2000, pude notar que o correto nem sempre triunfa nesse esporte - que, aliás, muitos nem consideram esporte. Durante a era Schumacher quase sempre se via uma vitória da Ferrari - não apenas nas pistas, mas nas questões extra-pista também. A primeira derrota, se é que se pode chamar assim, da escuderia italiana na década ocorreu em 2005, com a proibição da troca de pneus (restrição que claramente a prejudicou). No ano seguinte, a proibição foi banida (vale lembrar que, além de prejudicar as equipes que usavam pneus Bridgestone, a proibição da troca de pneus foi responsável pela corrida de seis carros em Indianapolis - veja o vídeo).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=iT_b86QZHkk"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=iT_b86QZHkk&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;O fato realmente interessante aconteceu dois anos depois, em 2007, no escândalo de espionagem que deu o título de construtores à Ferrari em uma quinta-feira, se bem me lembro. O interessante numa épica batalha do bem contra o mal é que os dois pilotos da McLaren, Fernando Alonso e Lewis Hamilton, tinham muito mais chances de vencer o campeonato na última corrida do que o desafiante da Ferrari, Kimi Raikkonen, que venceu o campeonato - fortalecendo em nossas mentes a máxima "O crime não compensa".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Três anos depois, o mocinho foi convertido em vilão e em 25 de julho de 2010 assistimos, envergonhados, a mais clara manipulação de resultado da segunda metade da década (a maior deste período também veio da Ferrari, na Áustria, em 2002). Só que a lição de moral, algo como dizer aos milhões de fãs - muitas crianças inclusive - "não roubarás", não foi vista. Vergonhosamente, a FIA considerou que não houve manipulação do resultado do GP da Alemanha e a toda poderosa Ferrari seguiu normalmente a luta pelo tricampeonato de Alonso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Entretanto, assim como em 2007, os fatos do final do campeonato mostraram uma natureza fabular, com a incrível vitória de Vettel sobre um favorito Alonso - que não conseguiu ultrapassar o rookie Petrov - numa poderosa Ferrari. O que de fato aconteceu na RBR nas etapas que antecederam o épico final em Abu Dhabi talvez nunca venha a ser conhecido por nós, o grande público, mas é provável que seja melhor assim. Dessa forma, a moral tem mais chances de se manter viva em nossa mente, sob a idéia de uma equipe que deixou que seus pilotos decidissem na pista quem seria o melhor - numa antagônica comparação com a vergonhosa equipe que tirou de seu piloto a vitória no meio do campeonato.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Para terminar, um vídeo muito interessante sobre a volta de uma lenda... mas isso é assunto para uma outra sexta-feira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=wr_9zCeK1VE"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=wr_9zCeK1VE&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4248647195617986647-4869420992757686425?l=248f1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://248f1.blogspot.com/feeds/4869420992757686425/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://248f1.blogspot.com/2011/03/de-volta-atividade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4248647195617986647/posts/default/4869420992757686425'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4248647195617986647/posts/default/4869420992757686425'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://248f1.blogspot.com/2011/03/de-volta-atividade.html' title='De volta à atividade'/><author><name>Ricardo Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17472589826516065078</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_p7NDLR6fMHw/S5GpRwz9C9I/AAAAAAAAABY/Kp8ZhGg_Ocs/S220/Imagem340.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4248647195617986647.post-7250467754515043426</id><published>2010-04-30T22:37:00.001-03:00</published><updated>2010-04-30T22:41:41.113-03:00</updated><title type='text'>Fairytale – Parte III: The end of [our?] story.</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Mas eram pequenos. E não havia mais tempo. Dezembro chegara e ele nunca a veria novamente. Foi fantástico, muito além do que ele esperava, mas acabara. Acabara?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Acredito que a coisa mais fantástica nessa história está no fato dela não ter acabado com o ano. Pelo contrário, ela continuou. E teria tudo pra continuar morna, com todos sabendo o que ele sentia, menos ela.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Depois de alguns meses ele fez as pazes com sua melhor amiga – iniciando o relacionamento mais sincero de sua vida. Em parte pelos conselhos dela, mas principalmente por não poder conter mais o que sentia, ele decidiu falar abertamente sobre o assunto. E assim o fez, numa quarta-feira...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;A resposta era clara: não haveria chances. Obviamente ela não fora tão dura com ele, mas talvez essa devesse ter sido a interpretação. Mas ele continuou...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Chegou a vê-la pessoalmente algumas vezes, momentos únicos nos quais teve genuína esperança de seu fairytale teria um final feliz. A cada dia que sabia que a veria ele acordava com o refrão de Amazing na cabeça...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;“…It's amazing&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;moment arrives that you know you'll be alright…” – Amazing, Aerosmith&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Was it their or his story?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Não posso escrever como é o fim desse conto de fadas, pois acredito que ele ainda não terminou. Apesar de todas as indicações de que seu final não será “feliz”, me sinto feliz, pois sinceramente acredito que vivi um fairytale.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;E se hoje posso rir, falar qualquer besteira com a maior naturalidade possível é porque um dia, quando tudo mostrava que eu não poderia ser quem sou e todos me diziam o que fazer, você me disse simplesmente “oie”. Ti amo ♥.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4248647195617986647-7250467754515043426?l=248f1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://248f1.blogspot.com/feeds/7250467754515043426/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://248f1.blogspot.com/2010/04/fairytale-parte-iii-end-of-our-story.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4248647195617986647/posts/default/7250467754515043426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4248647195617986647/posts/default/7250467754515043426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://248f1.blogspot.com/2010/04/fairytale-parte-iii-end-of-our-story.html' title='Fairytale – Parte III: The end of [our?] story.'/><author><name>Ricardo Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17472589826516065078</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_p7NDLR6fMHw/S5GpRwz9C9I/AAAAAAAAABY/Kp8ZhGg_Ocs/S220/Imagem340.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4248647195617986647.post-3450083522104671178</id><published>2010-04-09T23:37:00.002-03:00</published><updated>2010-04-09T23:41:49.458-03:00</updated><title type='text'>Fairytale – Parte II: Pushing like he never did before.</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Jamais poderia se afirmar que ele não gostava de tradições. Pode-se dizer até que tinha o dom de criá-las, embora quisesse muito libertar-se de seus usuais insucessos. Dessa vez ouvira o que precisava ouvir, mas a situação já tinha ido além de suas iniciais expectativas: ela sabia quem ele era e, mesmo que o esquecesse em alguns meses, já era mais do simplesmente observá-la silenciosamente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Qualquer outra situação teria parado aí. “Para pedir o MSN dela você precisará ter muito assunto”, disse um de seus amigos. Ele sabia que não tinha e não teria assunto para manter uma conversa dinâmica, caso as coisas saíssem normalmente. Mas tudo sobre ela parecia ser incrível, então o normal nunca poderia ser aceito como uma simulação aceitável.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;A essa altura ele já sabia que, independentemente do que acontecesse, ela sempre seria lembrada. Depois das últimas tentativas de relacionamento, nas quais se sentira obrigado a fingir ser alguém diferente de quem era, encontrar alguém que o aceitara sem exigir nenhuma mudança foi indescritível. Incrível demais para parar no comum.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;“Meu relacionamento com ela provavelmente não dará certo, mas, se um dia eu me casar com alguém, se ao menos eu estiver com alguém, será porque um dia ela me aceitou quando ninguém mais o fez, sem exigir nenhuma mudança. Ela é inesquecível.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Então ela foi adicionada. Como esperado por seus amigos e sabido por ele, faltava assunto. Mas isso não parecia importar muito a ela. Depois de muito tempo, iniciara uma conversa sem se sentir pressionado como em uma prova. O desejo de conhecê-la era o que o motivava, saber se suas expectativas eram verdadeiras. E eram... que pessoa fantástica; sem exageros, a mais fofa que ele conhecera.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Dizer que ele tinha um problema seria eufemismo, mas certo problema era especialmente grave e impossível de ser solucionado: o tempo. Eles só freqüentariam o mesmo espaço até o final do ano corrente e no presente momento estavam perto do mês de junho. Muitos dirão que seis meses é muito tempo, mas ele não poderia ser apressado; tinha medo de estragar tudo e era suficientemente realista pra não acreditar em suas chances.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Com o passar do tempo, tentou algumas vezes falar pessoalmente com ela; como gaguejava. E isso não era ruim... as piadas agora saíam com naturalidade (eram horríveis, mas naturais), seu humor melhorara e, como nunca antes, ele confiava em si mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Confiava tanto que, em novembro, chegando atrasado, foi passar o tempo na biblioteca – que estava razoavelmente cheia – e a encontrou, com um lugar vago a frente. Nervoso como poucas vezes se sentira até então, ele se sentou em frente a ela e teve o que poderíamos chamar primeira conversa – a menos um mês de, provavelmente, nunca mais vê-la. Claro que as dificuldades virtuais se confirmaram na vida real, mas não havia como não gostar daquela situação. Ouvir sua voz era uma sensação única... sentia vontade de abraçá-la a cada instante.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Podem ter sido poucas palavras naqueles 15min, mas o que ele sentiu ao se despedir foi algo que nunca esqueceu. Podem chamar de exagero, bobagem, que seja... ali ele aprendia o significado de sentir cada momento, por mais casual que pudesse ser. Por aqueles dias ouviu que é típico do ser humano “querer sempre mais” e discordou sinceramente daquela frase. Embora quisesse ter um relacionamento afetivo de fato com ela, ele sabia que vivia um de seus melhores momentos. O que mais poderia querer, se já a via todos os dias, falava com ela e tinha esperança de, algum dia, conseguir ao menos um abraço da pessoa que definitivamente mudara sua vida? Ele sabia que vivia um momento incrível e não deixou que ninguém dissesse o contrário (por isso brigou com sua melhor amiga, que diminui os fatos).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Que fossem pequenos, mas eram fatos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;“…See the man that boy could be&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;there is more than meets the eye…” – Sk8er Boy, Avril Lavigne.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4248647195617986647-3450083522104671178?l=248f1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://248f1.blogspot.com/feeds/3450083522104671178/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://248f1.blogspot.com/2010/04/fairytale-parte-ii-pushing-like-he.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4248647195617986647/posts/default/3450083522104671178'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4248647195617986647/posts/default/3450083522104671178'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://248f1.blogspot.com/2010/04/fairytale-parte-ii-pushing-like-he.html' title='Fairytale – Parte II: Pushing like he never did before.'/><author><name>Ricardo Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17472589826516065078</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_p7NDLR6fMHw/S5GpRwz9C9I/AAAAAAAAABY/Kp8ZhGg_Ocs/S220/Imagem340.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4248647195617986647.post-2502514837712673822</id><published>2010-03-26T23:06:00.004-03:00</published><updated>2010-03-26T23:29:15.644-03:00</updated><title type='text'>Fairytale – Parte I: algo fora do comum</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" font-weight:normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;O ano anterior fora péssimo. Metade se passara em lamentações por situações por ele exageradas; a outra parte se perdera numa tentativa desastrosa de relacionamento que só servira para piorar seu estado de espírito. Nesse período, aproximou-se de seu esporte favorito e apegou-se a ele como forma de superar os insucessos pessoais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" font-weight:normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;No início do novo ano, seu PC quebrou. Aquilo seria encarado como presságio de outra época ruim, mas passar 54 dias sem o aparelho foi fundamental para que o ano se iniciasse de fato. Tudo novo, novas perspectivas, um novo campeonato, quase que nenhum vínculo com os anteriores 365 que ele queria esquecer.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" font-weight:normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Na volta à rotina, tudo melhorara, menos sua dependência da opinião de outras pessoas. Mas isso era contornável, administrável. Os dias eram agora até que legais, agradáveis. As caminhas, outrora solitárias, eram agora acompanhadas por seus novos amigos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" font-weight:normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Numa dessas caminhadas, voltando da lanchonete, ele a viu pela primeira vez. Começava, então, a mais fantástica história que ele poderia imaginar. “Como ela é bonita”, foi a primeira coisa que passou por sua mente. Tinha tudo para ser só mais uma impressão, mas não foi. Ela não foi esquecida depois de três minutos... foi lembrada a cada nova oportunidade – e eram muitas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" font-weight:normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Ele não sabia seu nome, qual era seu grupo, como ela era... mas a cada vez que a via, tinha vontade de abraçá-la, conhecê-la, descobrir o que a fazia se sentir bem – acho que, desde então, ele gostava dela. “Como chegar a ela?”, era a grande questão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" font-weight:normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Depois das experiências passadas ele estava traumatizado; passara tanto tempo tentando ser alguém para estar com uma pessoa que mal lembrava como era ser ele mesmo. A possibilidade de falar pessoalmente com ela estava, portanto, descartada. Restava, então, o domínio virtual, mas encontrá-la seria muito difícil. Tão difícil que ele só conseguiu meses depois, numa ocasião de muita sorte.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" font-weight:normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Mas, depois de encontrá-la, o que fazer? Com certa dose de certeza podemos afirmar que ele não era muito discreto enquanto a observava e isso podia atrapalhar uma apresentação virtual. Pediu, então, a opinião dos amigos, que disseram ser melhor não adicioná-la, para evitar perguntas do tipo “Quem é você?”. Ele sempre ouvia os amigos... mas não nesse dia. Depois do “add”, um dia de espera até a pergunta que todos sabíamos que seria feita.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" font-weight:normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Talvez ele não tenha sido muito sincero ao responder que apenas a havia visto algumas vezes, mas a historia original pode ser meio assustadora, dependendo de como se interpreta. Estava feito... ele se apresentara virtualmente, ela o aceitara. Num curso natural das coisas, a história terminaria aqui e hoje ela seria um dos 132 amigos dele numa rede social. Mas tudo nessa história foge ao normal, àquilo que ele faria com seu usual pessimismo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" font-weight:normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Algumas semanas se passaram e poucas palavras foram trocadas. Talvez aquele fosse o limite... já estava além do que ele tinha pensado quando a viu &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;st1:personname productid="em fevereiro. Mas" st="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;em fevereiro. Mas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/st1:personname&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt; ela parecia ser tão fofa. Ele queria fazer algo a mais, mas não sabia o que... nem como.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" font-weight:normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Às vezes a ajuda vem de onde menos se espera. Uma garota com quem conversara cinco vezes no máximo durante um curso o encontrou num ônibus. Depois de comentar rapidamente o assunto, sem detalhes nem nomes – aliás, seu velho erro: sempre deixar que todos soubessem o que sentia, menos a pessoa que mais deveria saber disso –, ela lhe disse algo muito parecido com “faça o que você quiser para se sentir bem”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" font-weight:normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Por que não tentar se aproximar de alguém de quem ele realmente gostara, mesmo sem, ainda, a conhecer? Mas por que tentar, se envolver, sabendo como as coisas tradicionalmente terminavam?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" font-weight:normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" font-weight:normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" font-weight:normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;“Eles simplesmente pulam, pedindo a Deus para ter asas, porque senão eles caem...” – City of Angels.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4248647195617986647-2502514837712673822?l=248f1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://248f1.blogspot.com/feeds/2502514837712673822/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://248f1.blogspot.com/2010/03/fairytale-parte-i-algo-fora-do-comum_26.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4248647195617986647/posts/default/2502514837712673822'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4248647195617986647/posts/default/2502514837712673822'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://248f1.blogspot.com/2010/03/fairytale-parte-i-algo-fora-do-comum_26.html' title='Fairytale – Parte I: algo fora do comum'/><author><name>Ricardo Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17472589826516065078</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_p7NDLR6fMHw/S5GpRwz9C9I/AAAAAAAAABY/Kp8ZhGg_Ocs/S220/Imagem340.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4248647195617986647.post-5333139411861210699</id><published>2010-03-05T23:59:00.001-03:00</published><updated>2010-03-06T00:02:24.545-03:00</updated><title type='text'>Porque não leio mais a série Crepúsculo</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Hoje, durante o percurso até a Etec, um de meus retweets dessa semana não saía de minha cabeça: #IHateTwilight. Isso pode parecer um bocado incoerente vindo de alguém que leu três e meio dos quatro livros da série de Stephenie Meyer – e provavelmente é. Mas há algum tempo atrás percebi que meu excesso de preocupação com coerência me impedia de fazer algo maravilhoso: mudar de idéia. Assim sendo, sim, afirmo não gostar da série Crepúsculo, mesmo após ler três livros e meio.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" font-weight:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Bom, melhor esclarecer que o pensamento que motivou este texto não foi meu combate mental por coerência ou não, mas sim o que me fez parar de ler Eclipse. O que explico agora toma como base o comportamento de grandes heróis dos quadrinhos como Spider-Man, Batman e Superman.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" font-weight:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Iniciei a semana no Twitter escrevendo que “quero ser picado por uma aranha radioativa”. Sempre me identifiquei com o estilo meio “banana” de Parker pré-aranha (especialmente quanto a relacionamentos), mas há outros personagens com problemas em suas vidas pessoais (Seth Cohen, de The O.C., é um exemplo perfeito na primeira temporada do seriado). Particularmente, o que me fez gostar tanto dessas séries e filmes – além, é claro, da ação envolvida em histórias muito mais complexas que a de Meyer – foi a superação do personagem desajustado socialmente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" font-weight:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Nesse sentido, apesar da saga de Peter e Mary Jane figurar entre as melhores, o grande prêmio vai para Seth e Summer na primeira temporada de The O.C.: do cara que nem era notado, que tinha sua existência desconhecida apesar de estudarem na mesma escola, ao posto de namorado de sua amada (Seth é meu ídolo! – ao menos, até o final da primeira temporada).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" font-weight:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Bom, mas o que isso tem a ver com Crepúsculo? Obviamente, o amor não tem explicação – talvez em parte por isso seja tão belo –, mas, sendo um amor de ficção, certas coisas devem ser explicadas ou, no mínimo, motivadas. O amor cego de Bella por Edward era algo que incomodava desde o primeiro livro e ficou insuportável no final do segundo. A garota se apaixona pelo herói, pelo “símbolo de perfeição”, por aquilo que nós, simples mortais, nunca conseguiremos ser. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" font-weight:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Onde está o conflito, a superação? Fãs da série podem argumentar que a grande superação de Edward é não mordê-la, mas isso não passa, em minha opinião, de uma simples regra de convivência. É como alguém que pratica seriamente certas religiões que pregam o ato sexual apenas após o casamento (e isso não torna esses indivíduos heróis, perante a ampla opinião pública). Claramente, não se mata a pessoa amada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" font-weight:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Como torcer por um personagem que nunca, na história narrada, sofreu as dores humanas de ver sua amada com outro, ou vê-la e não conseguir falar nada decente – novamente, para os fãs da série: não falar por necessidades alimentícias não se encaixa nessa dor; fome e dependência química são temas muito tristes, mas não são essas as dores as quais me refiro – e sair de cada ocasião em que a vê sentindo uma enorme angústia por sua insegurança.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" font-weight:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Edward não é digno de ser chamado de herói. Salvo nos fracos conflitos criados por Meyer, a situação sempre esteve sob seu controle. Stephenie, aliás, é muito eficiente em dizer a todos os que buscam nos heróis inspiração para superar seus medos que nada do que façamos será suficiente, afinal, nossa amada verá o “herói” e se apaixonará instantaneamente por ele, sem nenhum motivo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" font-weight:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;Enfim, por que continuar a ler algo assim? Algo que diz que a situação não pode melhorar, não importa o que se faça? Algo que apenas me faz recordar as reais situações? Particularmente, prefiro procurar algo mais inspirador.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4248647195617986647-5333139411861210699?l=248f1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://248f1.blogspot.com/feeds/5333139411861210699/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://248f1.blogspot.com/2010/03/porque-nao-leio-mais-serie-crepusculo.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4248647195617986647/posts/default/5333139411861210699'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4248647195617986647/posts/default/5333139411861210699'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://248f1.blogspot.com/2010/03/porque-nao-leio-mais-serie-crepusculo.html' title='Porque não leio mais a série Crepúsculo'/><author><name>Ricardo Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17472589826516065078</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_p7NDLR6fMHw/S5GpRwz9C9I/AAAAAAAAABY/Kp8ZhGg_Ocs/S220/Imagem340.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4248647195617986647.post-266098337720191090</id><published>2009-10-16T22:10:00.000-03:00</published><updated>2009-10-16T22:13:37.998-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='C'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ETE'/><title type='text'>Quebrando o protocolo</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt; Whatever. Não me lembro de quando foi a primeira vez que ouvi essa expressão, mas a amei e passei a utilizá-la com freqüência. Na maioria das vezes, pouca diferença fazia – ou faz – entre o que eu disse e o que se seguiu. Posso me lembrar de quando comecei a fazer uso constante dessa palavra, de minha expressão, de estado há pouco mais de três anos.&lt;br /&gt;            Sentia o mundo se fechando, estava com medo. Apesar de o tempo ser invariável para todos, de forma egoísta, pensava ser minha a dor maior. Inevitável; veio o luto, palavra que tolamente utilizei há pouco menos de dois anos – graças a Deus, nunca senti seu verdadeiro significado.&lt;br /&gt;            Fechei-me, busquei “a sombra de meus dias ensolarados”. Afirmei que a mudança era fantástica para os outros porque lhes dava a chance de fazer grandes amigos, coisa que eu já tinha. Não vou hipocritamente dizer que não tinha, mas é importante citar isso para destacar meu egoísmo. Eu estava mau, mas como me foi dito certa vez, eu “queria estar mau para provar que era verdadeiro o que sentia”. Fantástico, Letícia, hoje vejo que você provavelmente acertou.&lt;br /&gt;            Egoísta, forçadamente depressivo, anti-social. Odeio; essa foi a palavra que usei depois. Montei conceitos prévios, acusei, julguei e condenei um local por sua aparência – e estendi o veredicto às pessoas que o freqüentavam. Nunca discuti tanto minha forma de ser quanto naquelas semanas; tudo era ruim, porque eu queria.&lt;br /&gt;            Fui o pior que poderia ser, mas, ainda assim, as pessoas não desistiram de mim. Não era, “de fato e em verdade – ou em verdade de fato”, merecedor de seu tempo, de sua atenção. Mas ainda assim os recebi – tempo e atenção – e sou, hoje, muito grato por isso.&lt;br /&gt;            Ouvi, durante aquelas semanas, que os anos seguintes poderiam ser “os mais fantásticos da minha vida, se eu permitisse”. Estava resoluto em não permitir, sofrer era uma obrigação em minha complicada mente. Mas como não permitir algo com o qual você convive todos os dias?&lt;br /&gt;            Não haveria como explicar o processo seguinte – palavras, tão completas, às vezes são falhas. O insuportável tornou-se tolerável, o tolerável aprazível e o aprazível amável. Não era uma questão de permitir, mas sim de não desistir. Fantásticos? É talvez aquele veterano, na semana de recepção, estivesse certo.&lt;br /&gt;            Romper com as antigas estruturas era necessário; sofrer não era mais obrigação, mas sim Opção. O grande problema em se passar tanto tempo sendo alguém que você imagina ter que ser é não saber quem você de fato é. Era preciso descobrir...&lt;br /&gt;            Pulando algumas semanas (que muito tiveram a ver com a frase “é só apertar abaixo da última costela”), fiquei confuso. Fui influenciado, pressionado, fiz besteiras... tudo que hoje vejo como absolutamente necessário. Dos cacos da “Obrigação de ser”, emergiu um novo eu.&lt;br /&gt;            Discuti, errei, odiei, amei, me apaixonei; tudo no “pior lugar do mundo”. Por que citar isso agora, fatos há muito ocorridos e ainda cedo para serem lembrados? Simples, porque da mesma forma que homenagens póstumas são apenas palavras, pedir desculpas após o final do ano não teria a significância devida.&lt;br /&gt;            Conheci pessoas fantásticas – entre elas eu mesmo -, vivi situações fantásticas, aprendi muito (no sentido não acadêmico, mas de vida), fiz grandes amigos e vivi os quase três anos mais fantásticos da minha vida. Meus sinceros pedidos de desculpas àqueles que um dia possa ter magoado ou ofendido; meus sinceros agradecimentos a uma pessoinha, baixinha, saltitante, uma “criança feliz” por chamar esse “velho rabugento” de egoísta quando ele precisava ler isso; meus sinceros agradecimentos ao grupo de sempre, pelo apoio, competência e discussões; meus sinceros agradecimentos as pessoas que me irritaram, por me ensinar a levar as coisas menos a sério; enfim, meus sinceros agradecimentos a todos que fizeram parte da minha vida na Ete(c) Lauro Gomes.&lt;br /&gt;            Whatever. Dessa vez, essa expressão não me salvará; dessa vez, como poucas vezes faço (senhor “XD”, grande observador, que o diga), terei de quebrar meu protocolo e admitir: EU ESTAVA ERRADO! Errado sobre a ETE, errado sobre as pessoas de lá, errado sobre a dinâmica dos sentimentos, errado sobre meu conhecimento sobre eu mesmo.  Inevitável: essa é a palavra para usar agora. É inevitável a passagem do tempo – agora temos apenas mais quatro semanas; será inevitável não sentir falta de vocês; foi, é e será inevitável não amá-los.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4248647195617986647-266098337720191090?l=248f1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://248f1.blogspot.com/feeds/266098337720191090/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://248f1.blogspot.com/2009/10/quebrando-o-protocolo.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4248647195617986647/posts/default/266098337720191090'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4248647195617986647/posts/default/266098337720191090'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://248f1.blogspot.com/2009/10/quebrando-o-protocolo.html' title='Quebrando o protocolo'/><author><name>Ricardo Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17472589826516065078</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_p7NDLR6fMHw/S5GpRwz9C9I/AAAAAAAAABY/Kp8ZhGg_Ocs/S220/Imagem340.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4248647195617986647.post-5024014325770677456</id><published>2009-08-07T20:24:00.000-03:00</published><updated>2009-08-07T20:27:47.882-03:00</updated><title type='text'>Depois da explosão</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;Por vezes me pergunto se escrever unicamente sobre Formula 1 é um erro. Bom, considerando a enorme quantidade de leitores que tenho, errar ou não não é um grande problema. Escreverei, a partir dessa semana, mais livremente, ainda focado no maior e melhor campeonato do planeta, mas com espaço para temas gerais (eu acho né).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;Imagine, caro leitor, o grande dia da sua vida. Aquele que você não dormiu sem pensar que aconteceria, não acordou sem contar quantos dias faltavam, e tremeu ao abrir os olhos quando ele chegou. Você o vive, em toda sua intensidade (mas, se comete um erro, se não consegue se expressar, como corrige?). Chega o dia seguinte... é tão estranho acordar e não esperar nada do que está por vir...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;Analiso essa semana com essa analogia: a F1 viveu, na última semana, a grande notícia do ano; agora, o que poderíamos esperar? Claro que o mundo não parou, mas a grande notícia da semana, em minha opnião, não passou da confirmação do inevitável: a demissão de Piquet.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;A impresa brasileira, de forma geral, saiu em defesa do piloto, criticando, ou divulgando sem comentários negativos, as críticas de Piquet ao ex-manager. Particularmente, acho a demissão de Nelsinho justa e merecida. Se não pelos resultados desse ano - inegavelmente decepcionantes -, pelos do ano passado. Muitos poderiam questionar o pódio do brasileiro na Alemanha, mas aquilo foi totalmente circunstancial. Como Webber escreveu na semana seguinte ao referido fato, é um absurdo que "o piloto que quase venceu uma corrida faça apenas uma ultrapassagem em toda a corrida, que foi sobre a Williams de Nakajima, porque ele quebrou". Também não entendo as criticas que Nelson fez à Briatore; não sei o que ele esperava de seu chefe, já que tanto reclamou das cobranças por resultados - cobranças que todo funcionário recebe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;No mais, tivemos o veto, inicialmente por parte da Williams, do teste de Schumacher com a F60. Apesar de ferrarista, tenho que admitir que não seria justo conceder-lhe tal benefício depois da quase tortura imposta à Alguersuari; o erro, nesse caso, me parece do regulamento, que barra uma das marcas mais importantes do esporte: a evolução livre do carro - mais uma pra conta do Bernie. Mas é muito curioso que a primeira equipe a vetar o teste seja uma que sequer integra a FOTA, medida tomada por sua falta de espírito esportivo na época da discussão anti-teto orçamentário. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;A preparação de Schumacher no teste é um alívio, um dia depois de sua partipação no GP da Europa ficar em dúvida - fato que seu empresário negou hoje. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;A grande notícia boa notícia da semana foi, sem dúvidas, a alta de Felipe Massa. Fica a torcida para que, tão logo quanto possível, ele volte às pistas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;Com duas semanas antes do GP da Europa, esperamos pela grande sexta-feira, 21, quando Schumacher testará o F60. Antes disso, na segunda, 17, a Renault apelará da punição recebida no GP húngaro, tentando participar da prova em Valência. Acho dificíl que a equipe francesa consiga tal permissão, mas, com Fernado Alonso no quadro de pilotos - e com a participação em xeque numa corrida na Espanha -, tudo pode acontecer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;Resta-nos, agora, esperar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4248647195617986647-5024014325770677456?l=248f1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://248f1.blogspot.com/feeds/5024014325770677456/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://248f1.blogspot.com/2009/08/depois-da-explosao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4248647195617986647/posts/default/5024014325770677456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4248647195617986647/posts/default/5024014325770677456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://248f1.blogspot.com/2009/08/depois-da-explosao.html' title='Depois da explosão'/><author><name>Ricardo Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17472589826516065078</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_p7NDLR6fMHw/S5GpRwz9C9I/AAAAAAAAABY/Kp8ZhGg_Ocs/S220/Imagem340.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4248647195617986647.post-7303825386963911261</id><published>2009-07-31T17:49:00.000-03:00</published><updated>2009-07-31T17:51:32.178-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Massa e Schumacher'/><title type='text'>O retorno do mestre</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Volto a postar nessa semana incrível, cheia de notícias (sejam elas boas ou nem tanto). As primeiras, e acredito que as mais importantes, remetem à espetacular recuperação de Felipe Massa, após o acidente do último sábado no Q2 do GP húngaro. O evento foi muito chocante, e saber que Massa está bem é muito reconfortante, uma vez que ele é um dos melhores pilotos da atualidade. Como coloquei algumas vezes em meu Twitter durante essa semana, Forza Felipe!Outro grupo de notícias muito interessante vêm da Alemanha, sobre a BMW-Sauber. Após o surpreendente anúncio do término de operações na Formula 1, a empresa garante cumprir os compromissos que firmou com os jovens pilotos da Formula-BMW, participando dos testes de dezembro.Mas, sem dúvidas, a Formula 1 teve, nessa semana, a maior notícia do ano: o retorno de Michael Schumacher. A imprensa mundial considera essa a melhor escolha para substituir Felipe, e eu, como ferrarista que sou, também achei algo fantástico. Entretanto, creio caber uma pequena análise da situação: Schumacher é mesmo a melhor opção para a substituição?Depende do ponto de vista. Vi e torci por Schumacher em sua grande fase, época em que comecei a acompanhar F1. Sem dúvidas, é, em minha opinião, o melhor piloto do mundo. Entretanto, Michael não é o superman; a intensa preparação física que fará antes do GP de Valência não será suficiente para suplantar o fato de que ele nunca guiou o F60 e, mais ainda, nunca guiou no circuito urbano de Valência. Mas, ele é Schumacher; o homem dos sete títulos, das 92 vitórias, das 68 pole-positions. É, sem dúvidas, uma tarefa difícil, mas não estamos falando de um piloto qualquer. Talve não seja o melhor para a Ferrari, numa hipótese fantasiosa onde não existem contratos compromissos; nessa hipótese, o melhor seria Alonso. Mas no mundo real, onde Briatore tentará de qualquer forma levar a Renault para a pista em Valência - punição muito coerente, por sinal -, Schumacher, mais uma vez é o melhor.Melhor do que Badoer e Gené; melhor do que Fisichella; melhor do que Alonso; melhor do que qualquer especulação que a impresa possa ter criado durante segunda e terça; a melhor opção para a Formula 1, para o público que verá o gigante novamente em ação, mas principalmente, é o melhor porque, com sua presença no F60 de número 3, o lugar de Massa está garantido. Não escrevo isso apenas porque sou brasileiro, mas porque amo Formula 1 e espero, dentro em breve, voltar a ver um dos melhores pilotos da atualidade na melhor equipe do mundo.Até lá, a vaga estará bem guardada, com os cuidados do maior nome dos sessenta anos do FIA FORMULA ONE WORLD CHAMPIONSHIP.&lt;br /&gt;Bem-vindo de volta, Michael; forza, Felipe!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4248647195617986647-7303825386963911261?l=248f1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://248f1.blogspot.com/feeds/7303825386963911261/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://248f1.blogspot.com/2009/07/o-retorno-do-mestre.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4248647195617986647/posts/default/7303825386963911261'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4248647195617986647/posts/default/7303825386963911261'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://248f1.blogspot.com/2009/07/o-retorno-do-mestre.html' title='O retorno do mestre'/><author><name>Ricardo Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17472589826516065078</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_p7NDLR6fMHw/S5GpRwz9C9I/AAAAAAAAABY/Kp8ZhGg_Ocs/S220/Imagem340.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4248647195617986647.post-2886686005490657887</id><published>2009-05-12T21:28:00.000-03:00</published><updated>2009-05-12T21:34:37.927-03:00</updated><title type='text'>Pela história</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Como já era esperado, a direção da Ferrari anunciou hoje que, se o regulamento para a temporada 2010 não for alterado, a scuderia não participará do mundial do proximo ano. Segue a copia do pronunciamento:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;“Maranello 12 May 2009 - Ferrari’s Board of Directors, chaired by Luca di Montezemolo, today analysed the first quarter results for 2009. Despite the current international economic climate, which has hit the automotive sector in particular, Ferrari’s figures were in line with the record levels reached in 2008. Turnover for the first three months was 441 million euro compared to 455.7 million euro over the same period in 2008. The first quarter closed with a trading profit of 54 million euro compared to last year’s 59 million euro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“These results reflect the introduction of new models, in particular the success of the Ferrari California and the Scuderia Spider 16M, the constant growth in activities linked to the brand (e-commerce, licensing, merchandising and retail) and the company’s continuing efforts to maximise efficiency.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“The Board of Directors also examined developments related to recent decisions taken by the Federation Internationale de l’Automobile during an extraordinary meeting of the World Motor Sport Council on 29 April 2009. &lt;strong&gt;Although this meeting was originally called only to examine a disciplinary matter, the decisions taken mean that, for the first time ever in Formula One, the 2010 season will see the introduction of two different sets of regulations based on arbitrary technical rules and economic parameters.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“The Board considers that if this is the regulatory framework for Formula One in the future, then the reasons underlying Ferrari’s uninterrupted participation in the World Championship over the last 60 years - the only constructor to have taken part ever since its inception in 1950 - would come to a close.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“The Board also expressed its disappointment about the methods adopted by the FIA in taking decisions of such a serious nature and its refusal to effectively reach an understanding with constructors and teams. The rules of governance that have contributed to the development of Formula One over the last 25 years have been disregarded, as have the binding contractual obligations between Ferrari and the FIA itself regarding the stability of the regulations. The same rules for all teams, stability of regulations, the continuity of the FOTA’s endeavours to methodically and progressively reduce costs, and governance of Formula One are the priorities for the future. If these indispensable principles are not respected and &lt;strong&gt;if the regulations adopted for 2010 will not change, then Ferrari does not intend to enter its cars in the next Formula One World Championship.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;“Ferrari trusts that its many fans worldwide will understand that this difficult decision is coherent with the Scuderia’s approach to motor sport and to Formula One in particular, always seeking to promote its sporting and technical values. The Chairman of the Board of Directors was mandated to evaluate the most suitable ways and methods to protect the company’s interests.”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Resta, agora, esperar que a FIA use o bom senso e não mate a Formula 1.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4248647195617986647-2886686005490657887?l=248f1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://248f1.blogspot.com/feeds/2886686005490657887/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://248f1.blogspot.com/2009/05/pela-historia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4248647195617986647/posts/default/2886686005490657887'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4248647195617986647/posts/default/2886686005490657887'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://248f1.blogspot.com/2009/05/pela-historia.html' title='Pela história'/><author><name>Ricardo Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17472589826516065078</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_p7NDLR6fMHw/S5GpRwz9C9I/AAAAAAAAABY/Kp8ZhGg_Ocs/S220/Imagem340.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4248647195617986647.post-7438270646464432407</id><published>2009-05-11T20:45:00.000-03:00</published><updated>2009-05-11T20:46:14.023-03:00</updated><title type='text'>O dia que valerá o futuro</title><content type='html'>A Ferrari provou que é fantástica: renasceu das cinzas do mau-nascido F60 e apresentou um veículo capaz de andar à frete do RBR de Vettel no GP da Espanha. Por que é tão incrível: simples, em minha opinião, a RBR tem o melhor carro da temporada, na aerodinâmica, e a Ferrari se arrastava no Bahrein há pouco mais de duas semanas.Isso apenas prova que os esforços de Mosley para matar a escuderia italiana não funcionaram novamente - assim como não funcionaram em 2005. Mas pode ser que o fim realmente esteja perto; pode ser que o fim ja tenha data marcada: 1º de novembro de 2009, dia do "2009 FORMULA 1 ETIHAD AIRWAYS ABU DHABI GRAND PRIX", última etapa do ano.Amanhã, 12 de maio, a equipe se pronunciará se participará ou não do campeonato de 2010 - o que não deve acontecer se a proposta de teto orçamentário for mantida. Seria o lamentável fim de uma lenda, algo pelo qual admito ser apaixonado. Mas mais do que isso, seria uma punhalada na própria Formula 1, pois, como disse Bernie Ecclestone, "a Formula 1 é a Ferrari e a Ferrari é a Formula 1".Resta agora esperar e torcer. Sinceramente, torço para que, se for mantido o teto, que a escuderia não participe. A FIA já desfigurou demais a categoria e não seria bom ver a mais importante equipe do automobilismo mundial competindo em campeonato de dois regulamentos. Resta torcer também para que os erros lamentáveis vistos nos últimos tempos fiquem de vez no passado e que esse possa ser um final de campeonato - ou de história - que faça valer a história da Scuderia Ferrari e dos lendários pilotos que ali correram nesses 60 anos de magnífica e apaixonante história.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4248647195617986647-7438270646464432407?l=248f1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://248f1.blogspot.com/feeds/7438270646464432407/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://248f1.blogspot.com/2009/05/o-dia-que-valera-o-futuro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4248647195617986647/posts/default/7438270646464432407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4248647195617986647/posts/default/7438270646464432407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://248f1.blogspot.com/2009/05/o-dia-que-valera-o-futuro.html' title='O dia que valerá o futuro'/><author><name>Ricardo Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17472589826516065078</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_p7NDLR6fMHw/S5GpRwz9C9I/AAAAAAAAABY/Kp8ZhGg_Ocs/S220/Imagem340.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4248647195617986647.post-6115267382328763797</id><published>2009-05-05T23:05:00.000-03:00</published><updated>2009-05-06T00:47:56.520-03:00</updated><title type='text'>Começo do fim? Melhor ajustar o relógio...</title><content type='html'>Há pouco, li um comentário de uma notícia em um certo site no qual o autor afirmava que, recentemente, assistimos ao "início do fim da F1". Pode parecer pesado, mas faz sentido. Entretanto, acho que o autor errou no momento da postagem.&lt;br /&gt;A "Formula One" teve várias caras (basta olhar as "baratinhas" dos anos 1950 e os maravilhosos veículos de 2008), mas, pelo menos ao que sempre entendi, as mudanças sempre buscaram a evolução. Claro que achar estranho é normal, como, por exemplo, o nariz arredondado do Williams FW26 - que não era eficiente - ou as seis rodas do Tyrrell P34. Mas, desde que comecei a acompanhar o mundial, no GP do Brasil de 2000, nunca tinha visto ou ouvido falar de tantas mudanças impostas.&lt;br /&gt;Algo que chegou perto, mas ainda muito distante, foram as mudanças de regulamento ocorridas na passagem da temporada 2004 para 2005. Naquela época, pelo que me lembro, a FIA justificou as mudanças aerodinâmicas como medida de segurança - fato curioso é que, com a proibição da troca de pneus tudo ficou muito mais perigoso. Basta lembrar do incidente com Raikkönen na última volta do GP da Europa.&lt;br /&gt;Mas o que aconteceu na mudança de 2008 para 2009 foi o maior retrocesso que já vi. Certa vez, em uma entrevista, Barrichello afirmou que "andar a 300km/h não é nada; o grande barato é entrar numa curva a 300km/h". Será que isso é possível hoje, com a redução do downforce? Fato é que a perda aerodinâmica foi "compensada" com o uso dos pneus slicks, mas isso não é nada se considerarmos que projetos de evolução de carros foram praticamente jogados no lixo, e o que se viu foram bólidos no mínimo, estranhos.&lt;br /&gt;Podemos, então, partir para uma questão muito interessante: onde está o começo do fim? Para respondê-la, é preciso pensar no que a Formula 1 significa: se for a evolução de todas as partes de um veículo, o fim começou no final de 2008; se significar a liberdade de disputa entre as equipes, o fim começou em no final de 2004 (apenas lembrando que as mudanças àquela época foram vergonhosamente forjadas para fazer a Ferrari parar de vencer).&lt;br /&gt;A resposta, então é subjetiva, afinal, há aqueles que gostaram das mudanças, afirmando que agora temos muitas ultrapassagens. Pode até ser que sim, mas prefiro as corridas cerebrais, onde um detalhe, uma volta perfeita numa somatória de voltas precisas decidiam uma corrida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que acontecerá com o "desafio" de Mosley à Ferrari? Não arrisco um palpite, mas digo que já sinto falta da "boa e velha Formula 1".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RHS.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4248647195617986647-6115267382328763797?l=248f1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://248f1.blogspot.com/feeds/6115267382328763797/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://248f1.blogspot.com/2009/05/comeco-do-fim-melhor-ajustar-o-relogio.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4248647195617986647/posts/default/6115267382328763797'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4248647195617986647/posts/default/6115267382328763797'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://248f1.blogspot.com/2009/05/comeco-do-fim-melhor-ajustar-o-relogio.html' title='Começo do fim? Melhor ajustar o relógio...'/><author><name>Ricardo Henrique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17472589826516065078</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_p7NDLR6fMHw/S5GpRwz9C9I/AAAAAAAAABY/Kp8ZhGg_Ocs/S220/Imagem340.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry></feed>
